Personagem principal sem nome próprio, carros rigorosamente descritos pela marca, modelo e cor. Escritura categoricamente fenomelógica, aprofundamento introspectivo sem freios cronológicos. Narrativa em estreita focalização interna e narrador em destacada terceira pessoa. Linearidade marcada pelas sequências com ampla utilização de chamadas e respostas, ordem da narrativa extremamente antilinear com capítulos individuais que vão e voltam [...]
Arquivo do autor
[Diretor] Béla Tarr
A genialidade não pode circundar-se de outra genialidade para exprimir a si mesma para tornar-se prefeita em sua forma, e portanto, tornar-se compreensivel. Característica intrinseca de alguns diretores que deixaram sua marca indelével na história do cinema, como o diretor húngaro Béla Tarr, mencionado pela crítica como um dos herdeiros mais significativos do grande [...]
[Livro] Gravity’s Rainbow
Falar de Gravity’s Rainbow (Arco-íris da Gravidade em português) é praticamente impossível. Sua estrutura vazia, relutante e mutável não se prende no tempo e no espaço, situado-se em um lugar onde a realidade não existe, à margem do mundo como uma efêmera figura abstrata. A descrição do romance reflete a própria personalidade de seu autor, [...]
[Filme] Tystnaden / The Silence
Se no início de sua trilogia Ingmar Bergman nos apresenta uma certeza conquistada em Såsom i en spegel (Através de um Espelho), seguindo com a certeza colocada em dúvida em Nattvardsgästerna (Luz de Inverno), a obra se conclui com a certeza da dúvida, a ausência praticamente total de Deus em Tystnaden (O Silêncio). Em um [...]








Postado em
Tags:

