Moonflux não é um blog de downloads. Praticamente não há material disponível para baixar neste site, exceto quando é algo livre de direitos autorais, que nunca tenha sido lançado oficialmente, ou de nossa autoria. Site melhor visualizado utilizando o navegador Mozilla Firefox.

 

[Filme] Moe no Suzaku

2013 - abr Postado por Bruno 0

Embora Naomi Kawase tenha iniciado sua carreira cinematográfica bem jovem, aos 19 anos, Moe no Suzaku, de 1997, é seu primeiro longa metragem fictício; anteriormente, todos seus projetos eram documentários, entre curtas e médias, em sua maioria autobiográficos. Em Moe no Suzaku, Kawase busca retratar a estória de simples habitantes de um vilarejo montanhoso, Nishiyoshino, na província de Nara.

 

[Filme] Vuosaari

2013 - mar Postado por Bruno 0

Lançado em 2012 e indicado como um dos filmes interessantes lançados naquele ano por nós, Vuosaari é o longa metragem mais recente do finlandês Aku Louhimies (mais conhecido por seu Paha Mäa, ou Zona Mortal em português), onde o cineasta novamente explora a temática de vidas paralelas na fria e apática Finlândia, mas dessa vez, concentrando-se nos habitantes de uma única cidade, que dá nome ao filme: Vuosaari. Pessoas comuns que poderiam viver suas vidas de maneira normal, mas que por diversos motivos, são impedidos de alcançar a felicidade.

 

[Filme] Gladiatorerna

2013 - fev Postado por Bruno 0

“A morte de um é uma tragédia, a morte de um milhão é uma estatística.” Esta famosa frase do escritor Erich Maria Remarque, erroneamente atribuída ao tirano Josef Stalin, serviu para inúmeras interpretações com o passar do tempo. A mais comum de todas está dentro do contexto das guerras, onde soldados e inocentes morrem todos os dias e tornam-se meros números em noticiários. Na maioria de seus trabalhos antiguerra, Peter Watkins antagoniza essa frase com fervor; embora continuem sendo somente números dentro da história, as vítimas da guerra tomam forma e rosto para os espectadores. Essa individualização marcante consagrou-o em filme visionários quanto The Forgotten Faces, Culloden, Diary of an Unknown Soldier, além do seminal The War Game (O Jogo da Guerra), e sua suposta ausência causou estranhamento nos interessados por seu trabalho após o lançamento de Privilege (Privilégio), sátira repleta de humor negro sobre um cantor pop que acaba manipulado pela igreja. A má recepção do filme no Reino Unido – que, ironicamente, passou a ser aclamado muitos anos mais tarde e uma de suas cenas até “inspirou” A Clockwork Orange (Laranja Mecânica), de Stanley Kubrick -, ao mesmo tempo em que The War Game havia estreado com excelentes críticas em Estocolmo, foram vitais para que Watkins decidisse rodar seu próximo projeto na Suécia. O resultado deste projeto é Gladiatorerna (Os Gladiadores), que embora possa ser considerado uma sátira, é um estudo pessimista e cruel sobre o significado da política no mundo atual.

 

[Filme] Edvard Munch

2013 - fev Postado por Bruno 0

Poucos cineastas atingem êxitos tão respeitáveis quanto Peter Watkins. O diretor britânico foi um dos pioneiros do formato docudrama (não confundir com docu-ficção, um filme de ficção em formato documental, como é o caso de La Jetée, de Chris Marker), onde atores reencenam situações verídicas em uma narrativa documental. Um de seus projetos neste formato foi uma cinebiografia do artista Edvard Munch, lançada em 1974. Originalmente concebida como uma minissérie dividida em três partes, feita para a televisão, uma versão reduzida foi exibida nos cinemas e também no Festival de Cannes do mesmo ano. O filme, narrado pelo próprio Watkins, é uma reencenação dos primeiros anos de vida de Watkins até a concretização de suas obras mais famosas, como o quadro O Grito.

 

[Diretor] Jean-Luc Godard

2012 - dez Postado por Bruno 1

Conhecido como um dos maiores expoentes do cinema francês, Jean-Luc Godard é um dos primeiros nomes mencionados em qualquer discussão sobre filmes autorais e filosofia no cinema. Um dos nomes mais importantes da Nouvelle Vague, Godard tornou-se referência para incontáveis diretores, das mais diferentes gerações e nacionalidades. Recentemente, ele tornou-se uma referência para argumentos pejorativos e infundados, como “diretor de pseudointelectuais”, ou vítima da infame acusação de “somente estudantes de cinema gostam de seus filmes”. Mas afinal: quantas dessas pessoas que utilizam esses termos e frases realmente viram seus filmes? Quantas delas sabem quem é Jean-Luc Godard ou conhecem sua obra?