Inovadora, criativa, original e de extrema importância para a música. Essas são frequentes expressões para definir a artista que falaremos sobre na matéria de hoje: Kate Bush. Com uma carreira que dura mais de trinta e cinco anos, essa cantora de importância indubitável para a música pavimentou o caminho para inúmeras cantoras que surgiram após sua estreia na indústria musical, de Tori Amos a Björk, passando por Fiona Apple, Florence Welch, Anna Calvi e PJ Harvey, e até mesmo cantores e atos musicais de diversos gêneros, como Marc Almond, Radiohead e Johnny Rotten (dos Sex Pistols e do Public Image Ltd.). Mas afinal, por que Kate Bush é tão importante e influente até os dias de hoje? É o que vamos analisar nesta matéria.
Um terrível pesadelo solitário. Friamente trágico, silenciosamente introspectivo, cinicamente surreal como, há alguns anos, tem sido a maior característica do cinema belga, 22 mei (22 de Maio) é uma história de fantasmas mentais, de sentimentos de culpa irracionais, um retrospecto frio e angustiante que que prolonga o remorso, matando duas vezes. Um atentado suicida destrói um shopping center cheio de clientes. Sam (Sam Louwyck), é o segurança que cumpria seu turno naquela fatídica manhã e consegue escapar. Ferido e desorientado, começa a vagar por uma cidade deserta. A imagem parece dar início de uma história sobre um stress pós-traumático, no qual a desolação interior se projeta para o mundo externo. Mas a realidade, contudo, é muito mais complexa e estratificada, e o quadro completo da situação se tornará claro somente no final de um longo e intrincado discurso retrospectivo.
A banda australiana Tame Impala liberou hoje seu novo single, Apocalypse Dreams, para download gratuito em seu site oficial. A música fará parte do segundo álbum da banda, Lonerism, ainda sem data de lançamento definida (esperamos que seja em breve!).
No longínquo ano de 1989, no crepúsculo de uma década musical entre luzes e sombras, na aurora de uma nova era cheia de angústias e contradições, aparecia nas estantes das lojas um disco com uma capa estranha e fascinante que, através da múltipla exposição de flores macabras, ou “do mal” (como alusão a amarga poesia de Charles Baudelaire), sobre um fundo verde escuro, como de uma água turva e gelada que filtrava o sorriso sarcástico e o olhar intenso de um dos personagens mais carismáticos da música pop.
A análise de hoje é por conta do Marco Antonio, que já colaborou anteriormente com o blog com a análise do filme Habemus Papam.